Ministério
Edifício Espiritual
Edmur Hawthorne
Palestras Bíblicas 30/30
POR QUE SOMOS ADVENTISTAS DO 7º DIA?
Edifício Espiritual
Edmur Hawthorne
Palestras Bíblicas 30/30
POR QUE SOMOS ADVENTISTAS DO 7º DIA?
A
Cobertura
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Quando apresentamos a Décima Sexta
Palestra substituímos a Igreja Adventista do Sétimo, pelos
remanescentes quando éramos obrigados a dizer seu nome. E neste
Andar vamos explicar por que. Queremos desde já
pedir licença a Casa Publicadora Brasileira, pois vamos nos valer de
grande parte do Livro “Nisto Cremos”
para expor aqui nossa doutrina.
O que você pensava a respeito de
Jesus, antes de conhecer estas Palestras? Quem era Ele? Como era Sua
aparência? Em sua mente com quem Ele se parecia? Deus disse a Moisés
que homem algum poderia ver a Sua face e sobreviver. Êxodo, 3:1-6.
“01
E APASCENTAVA Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote em
Midiã; e levou o rebanho atrás do deserto, e chegou ao monte de
Deus, a Horebe”. 02
E apareceu-lhe o anjo do SENHOR em uma chama de fogo do meio duma
sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se
consumia. 03 E, Moisés disse: Agora me virarei para lá, e verei
esta grande visão, porque a sarça não se queima. 04 E vendo o
SENHOR que se virava para ver, bradou Deus a ele do meio da sarça, e
disse: Moisés, Moisés. Respondeu ele: Eis-me aqui. 05 E disse: Não
te chegues para á; tira os sapatos de teus pés; porque o lugar em
que tu estás é terra santa. 06 Disse mais: Eu sou o Deus de teu
pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó. E,
“Moisés encobriu o seu rosto, porque temeu olhar para Deus”.
Mas Jesus disse a Felipe que todo aquele que O visse
estaria vendo o Pai João 14:9, “Disse-lhe
Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tende conhecido,
Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o
Pai”? Uma vez que Ele andou
entre nós, mais que isso, tornou-Se um de nós, estamos em condições
de perceber quem é Deus e qual a Sua aparência.
A Igreja Adventista do 7º Dia possui
27 parágrafos que podemos chamá-las de “Doutrinas Fundamentais
dos Adventistas do Sétimo Dia”. Tais doutrinas nos revelam como
conhecer a Deus. E através dos estudos desses parágrafos é que
descobrimos o Seu grande amor pelos pecadores: Sua bondade,
misericórdia, graça, justiça, benevolência, pureza, retidão e
paz. Através de Jesus Cristo, podemos ver um Deus de amor que segura
criancinhas no colo. Podemos vê-Lo derramando lágrimas enquanto
compartilha dos que lamentavam junto à sepultura de Lázaro. Podemos
ouvir Seu brado de amor quando clamou pelos pecadores em Sua agonia
na cruz: “Pai,
perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”
(Lucas
23:34). Queremos nesta Palestra, compartilhar
nossa visão de Cristo, uma visão cujo ponto focal encontra-se no
Calvário, onde “encontram-se
a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijaram” (Salmos
85:10). No Calvário,
Ele Se fez pecado por nós, Ele que não conhecia pecado, “para
que Nele fôssemos feitos justiça de Deus”
(II Coríntios 5:21).
Queremos nesta Palestra, revelar a
vocês que cremos em todas as doutrinas, todas as crenças devem
revelar o amor de nosso Senhor. Temos diante de nós uma Pessoa que
revela amor incondicional e um compromisso jamais igualado na
história humana. Reconhecendo que Aquele que representa a encarnação
da verdade é infinito, devemos confessar humildemente que existem
muitas outras verdades que ainda devem ser desenvolvidas.
Queremos nesta Palestra, revelar que
a Igreja Adventista do Sétimo Dia, tem consciência da dívida para
com as ricas verdades bíblicas que recebemos da igreja cristã ao
longo da História, e prestamos nosso reconhecimento à nobre
linhagem de testemunhas, tais como: João Wycliffe (1329-1384),
traduziu a Bíblias na língua inglesa; Lutero (1483-1546); Tyndale;
Calvino (1509-1564); Zwinglio (1484-1537); Huss, Jerônimo, Knox e
Wesley, cuja compreensão sucessiva de nova luz conduziu a Igreja em
direção ao entendimento mais amplo do caráter de Deus. E
reconhecemos que este entendimento é sempre progressivo. “Mas
a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e
mais até ser dia perfeito” Provérbio,
4: 18. Contudo, sempre que descobrirmos novas facetas da revelação
de Deus, estas deverão harmonizar-se perfeitamente com o testemunho
unificado das Escrituras.
Queremos nesta Palestra, dar um
conselho deixado por Ellen G. White, em seu livro Parábolas de
Jesus, pág. 112, “se
examinais as Escrituras para vindicar vossas opiniões próprias,
nunca alcançareis a verdade. Investigai para aprender o que o Senhor
diz. Se vos vier à convicção ao investigardes, se virdes que
vossas opiniões acariciadas não estão em harmonia com a verdade,
não má interprete a verdade para acomodá-la à vossa própria
crença, antes aceitai a luz concedida. Abri a mente e o coração,
para que possais contemplar as maravilhas da Palavra de Deus”.
Como podeis notar até aqui, a Igreja Adventista do Sétimo Dia,
possuem apenas um credo: “A
Bíblia, e a Bíblia somente”
(Lutero).
Queremos nesta Palestra, dizer que não as escrevemos para estimular a imaginação. E sim, dizer que este trabalho bíblico que vocês estudaram até aqui, não é uma obra especulativa, a menos que alguém considere a Bíblia como especulação! Em vez disso, trata-se de uma exposição ampla e cristocêntrica daquilo que cremos, conforme vocês puderam notar. E as crenças aqui expostas não representaram o resultado de algumas horas de pesquisas; representou, sim, o produto de mais de quatro décadas de estudos de nossa parte e mais de cento e sessenta anos desde os pioneiros da Igreja Adventista do 7º Dia com muita oração, jejum e reflexão. Em outras palavras, representam o resultado do crescimento da Igreja “na graça e no conhecimento de nosso Senhor e, Salvador Jesus Cristo”, (II Pedro 3:18).
Queremos nesta Palestra, dizer que não as escrevemos para estimular a imaginação. E sim, dizer que este trabalho bíblico que vocês estudaram até aqui, não é uma obra especulativa, a menos que alguém considere a Bíblia como especulação! Em vez disso, trata-se de uma exposição ampla e cristocêntrica daquilo que cremos, conforme vocês puderam notar. E as crenças aqui expostas não representaram o resultado de algumas horas de pesquisas; representou, sim, o produto de mais de quatro décadas de estudos de nossa parte e mais de cento e sessenta anos desde os pioneiros da Igreja Adventista do 7º Dia com muita oração, jejum e reflexão. Em outras palavras, representam o resultado do crescimento da Igreja “na graça e no conhecimento de nosso Senhor e, Salvador Jesus Cristo”, (II Pedro 3:18).
Queremos nesta Palestra, responder
antecipadamente a alguns de vocês que porventura estejam indagando
se vale à pena praticar tal doutrina num momento em que se debate
desesperadamente para sobreviver diante da ameaça de “aniquilação
nuclear, da vingança da natureza, onde ela e os animais estão
cobrando seus tributos devido ao desmatamento desenfreado, efeito
estufa que começou a derreter as geleiras, a ameaça da falta d água
potável, das reservas que movem as turbinas das geradoras de energia
racionadas neste momento (o apagão), os métodos artificiais de
criação de vacas e ovelhas que já começaram aparecer monstros
genéticos e a doença da vaca louca e o sacrifício de milhões de
animais”. (Conforme Revista Veja de 18/04/2001).
E no momento em que
escrevemos estas Palestras, nos chega às mãos a nova Revista Veja,
de 02/05/2001, trazendo em sua capa o título: “Eles
Escolheram o Congresso. Como o Senado se transformou na Casa
da Mentira com fulano, beltrano e sicrano”. Corrupções
desenfreadas onde escorrem pelos esgotos milhões de reais, quando
milhões de pessoas não têm onde morar e o que comer. Por estarmos
vivendo em uma era preocupada com o crescimento explosivo da
tecnologia, uma era em que os esforços cristãos tentam inutilmente
resistir aos pavorosos espectros da pobreza, fome, injustiça e
ignorância. Daniel 12:1e4, “01
E NAQUELE tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se
levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de
angústia, qual nunca houve desde que houve nação até àquele
tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for
achado escrito no livro. 04
E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim
do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento
se multiplicará”.
TERRORISMO
“Durante a maior parte da
terça feira dia 11.09.2001, os assessores do presidente dos Estados
Unidos acharam que ele não deveria retornar a Washington. Era
perigoso demais. George W. Bush seria depois criticado por ter
ziguezagueado entre bases militares em vez de retornar logo a sua
cadeira no coração do poder americano. A Casa Branca. O fato é que
se temia outro ataque terrorista bem sucedido, dessa vez à sede da
Presidência. As implicações contidas na hesitação de Bush são
tremendas, Mostram até que ponto o mundo mudou depois dos ataques às
torres do World Trade Center e o Pentágono. A alteração mais
imediata diz respeito ao fim do mito da invulnerabilidade do
território americano.” (Revista Veja, 19.09.2001)
“O país mais poderoso do
mundo viu ícones de sua identidade nacional ser alvejado com
desconcertante facilidade. Por volta das 9 horas da manhã, dois
aviões de passageiros sequestrados puseram abaixo as torres gêmeas
do World Trade Center, cujo destaque no horizonte de arranha-céus de
Nova York simbolizava a supremacia econômica da superpotência. Um
terceiro aparelho despencou sobre o Pentágono, sede do poder militar
do império, nos arredores de Washington. Um quarto avião tomado por
terroristas espatifou-se no solo em campo aberto, depois que
passageiros enfrentaram os sequestradores” Foi um ato de guerra,
“definiu o presidente Bush. Tratou-se, de fato, de uma ofensiva
terrorista em larga escala, sem similar na história, com milhares de
mortos inocentes. Uma das primeiras coisas que se ouviram foi o
clamor por revanche. Os americanos acham que é preciso dar o troco
mas, contra quem?” (Ibidem).
Desnecessário é comentarmos os
resultados subsequentes que se transformou em uma nova guerra.
(Temos certeza que você acompanhou tudo pelos noticiários). Guerra
que só trás miséria, fome e mutilações que na maior parte são
vítimas inocentes. Gastos desnecessários tão absurdos, que chegam
a abalar a estrutura econômica de quase todo mundo, enquanto milhões
morrem de fome pelo mundo afora.
PAZ, PAZ; QUANDO NÃO
HÁ PAZ.
“Curam
superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: Paz, Paz; quando não
há paz.” (Jeremias 8:11);
“Quando andarem
dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina
destruição”. (I
Tessalonicenses 5:3). O que estamos vendo em
todos os noticiários nos últimos dias? Em Porto Alegre,
mais de 150 países com mais de 1500 prefeitos,
reuniram-se em busca da tão almejada Paz. Por que não vão
conseguir? Você já se perguntou? Porque Deus e Sua lei não estão
sendo o centro das reuniões. A paz só virá quando Cristo passar a
ser o centro das atrações do homem. Mas como isso não vai
acontecer, a paz só virá quando Ele voltar. “Deixo-vos
a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não
se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João,
14:27). Já estamos no fim? Não, ainda não estamos no fim, Mateus
24:6, “E
ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai não vos
assusteis, porque é necessário que isso tudo aconteça, mas ainda
não é o fim”.
Nós queremos deixar
registrado aqui, que com o terrorismo, guerras e rumores de guerras,
o sistema financeiro dos Estados Unidos, estão sendo minados pouco a
pouco até chegar ao fundo do poço. E quando isso acontecer, ele só
terá uma saída, quando fizer uma aliança com o Vaticano, e aí
vamos ter de volta a união entre o Estado e a Igreja conforme a
profecia de Apocalipse 13:3,4,11,12, “03
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga
mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.
04 E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a
besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar
contra ela? 11 E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres
semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. 12 E exerce
todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e
os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora
curada”. E, 17:8, “A
besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à
perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão
escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão,
vendo a besta que era e já não é, mas que virá”.
E agora, estamos no fim? Sim, quando isso acontecer, então virá o
fim. Se até lá você não tiver feito uma entrega total a Cristo,
moldado seu caráter a Sua semelhança, aconselhamos que o faça o
mais breve possível, pois a porta da graça (arca) estará se
fechando, e dentro de sete dias a chuva cairá. Gênesis, 7: 10 “E
aconteceu que passados sete dias, vieram sobre a terra as águas do
dilúvio”. 11 No ano
seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do
mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo,
e as janelas dos céus se abriram 12 E houve chuva sobre a terra
quarenta dias e quarenta noites. 13 “E no mesmo dia entraram na
arca Noé, seus filhos Sem, Cão e Jafé, sua mulher e as mulheres de
seus filhos”. Queremos nesta Palestra, dizer que sob
a profunda convicção de que todas as doutrinas, quando corretamente
compreendidas, centralizam-se Nele, “o
Caminho, a Verdade e a Vida”, o que as torna
extremamente importante. Doutrinas definem o caráter do Deus a quem
servimos. Elas interpretam eventos, tanto passados quanto presentes,
enquanto estabelecem um sentido de lugar e propósito no cosmos. Elas
descrevem os objetivos da ação divina. Doutrinas representam linhas
de orientação para os cristãos, provendo estabilidade àquilo que
de outra forma seria uma experiência desequilibrada, injetando
segurança numa sociedade que rejeita os absolutos. Doutrinas
alimentam o intelecto humano e estabelecem alvos que inspiram e
motivam o cristão a buscar o interesse de outros.
Queremos neste Andar, dizer que é nosso propósito levar os crentes a um relacionamento mais profundo com Cristo, através do estudo da Bíblia. Conhecê-Lo e a Sua vontade é algo vitalmente importante nesta era de engano, de pluralismo doutrinário e apatia. Semelhantemente conhecimento de Cristo é a única salvaguarda contra aqueles que, parecendo ovelhas, são na realidade “lobos devoradores”, que “se levantarão, falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles” Atos, 20: 29e31, “29 Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; 30 E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si. 31 Portanto, vigiai, lembrando-vos de que durante três anos, não cessei, noite e dia, de admoestar com lágrimas a cada um de vós”. Especialmente nestes últimos dias, para que possamos ser preservados de envolvimento “por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro” (Efésios, 4: 14), devemos possuir um conceito correto do caráter, governo e propósito de Deus. Somente aqueles que houverem fortalecido a mente com as verdades das Escrituras, estarão aptos a permanecerem de pé durante o conflito final.
Queremos neste Andar, dizer que é nosso propósito levar os crentes a um relacionamento mais profundo com Cristo, através do estudo da Bíblia. Conhecê-Lo e a Sua vontade é algo vitalmente importante nesta era de engano, de pluralismo doutrinário e apatia. Semelhantemente conhecimento de Cristo é a única salvaguarda contra aqueles que, parecendo ovelhas, são na realidade “lobos devoradores”, que “se levantarão, falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles” Atos, 20: 29e31, “29 Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; 30 E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si. 31 Portanto, vigiai, lembrando-vos de que durante três anos, não cessei, noite e dia, de admoestar com lágrimas a cada um de vós”. Especialmente nestes últimos dias, para que possamos ser preservados de envolvimento “por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro” (Efésios, 4: 14), devemos possuir um conceito correto do caráter, governo e propósito de Deus. Somente aqueles que houverem fortalecido a mente com as verdades das Escrituras, estarão aptos a permanecerem de pé durante o conflito final.
Queremos nesta Palestra, dizer que tudo o que escrevemos foi na mais pura intenção de auxiliar aqueles que estão interessados em saber por que cremos naquilo que cremos. Estas Palestras, escrito por nós, não representam apenas uma cortina de fumaça para esconder algo. Cuidadosamente pesquisado, eles representam uma autêntica exposição das crenças bíblicas. Finalmente, nesta Palestra, tudo que escrevemos, procuramos deixar claro que as doutrinas centralizadas em Cristo preenchem três funções óbvias: primeira: elas edificam a Igreja; segunda: preservam a verdade; terceira: comunicam o evangelho em toda a sua riqueza. Doutrina verdadeira requer muito mais que mera crença, ela requer ação. Através do Espírito Santo, as crenças cristãs convertem-se em atos de amor, verdadeiro conhecimento de Deus, do Seu Filho e do Espírito Santo, representa “conhecimento do Salvador”. Esses foram os temas apresentados até aqui.
Vamos apresentar aqui vinte itens
dos vinte sete que compõe as doutrinas da Igreja Adventista do
Sétimo Dia.
DOUTRINAS
FUNDAMENTAIS DA IGREJA ADVENTISTA DO 7º DIA
I - AS ESCRITURAS
SAGRADAS.
Nós cremos que as Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamento, são as Palavras de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento necessário para a salvação. As Escrituras Sagradas são a infalível revelação de Sua vontade. Constituem o padrão de caráter, a prova da experiência, o autorizado revelador de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus na História. Muitos veem canais da auto revelação de Deus em, a Natureza, na História, no comportamento e consciência do homem. Vislumbres da natureza de Deus, obtidos através destas avenidas, são frequentemente identificados como “revelação geral”, uma vez que tal revelação se encontra disponível para todos e apela à própria razão humana.
Nós cremos que as Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamento, são as Palavras de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento necessário para a salvação. As Escrituras Sagradas são a infalível revelação de Sua vontade. Constituem o padrão de caráter, a prova da experiência, o autorizado revelador de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus na História. Muitos veem canais da auto revelação de Deus em, a Natureza, na História, no comportamento e consciência do homem. Vislumbres da natureza de Deus, obtidos através destas avenidas, são frequentemente identificados como “revelação geral”, uma vez que tal revelação se encontra disponível para todos e apela à própria razão humana.
Para milhões de pessoas, a beleza
natural representa prova da existência de um Deus amorável. O
brilho do Sol, a chuva, as montanhas e as correntes de água, todos
testificam de um amorável Criador. “Os
Céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras das
Suas mãos” (Salmos 19:1).
“Porque os
atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder como também
a própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do
mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas”
(Romanos, 1:20).
Na Bíblia, Deus Se
revela a Si próprio em pessoa, bem como por meio de proposições
que declaram a verdade a Seu respeito. Ambos os tipos de revelação
se fazem necessários porque as pessoas necessitam conhecer Deus
através de Jesus, João 17:3, “E
a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus
verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. Bem
como a verdade “segundo é... em Jesus”
(Efésios, 4: 21). Essas revelações permitem que Deus
quebre as limitações mentais, morais e espirituais dos seres
humanos e comunique Seu desejo de salva-los.
Diz Paulo que “toda
Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino” (II
Timóteo, 3: 16). A palavra “inspirada” significa
literalmente “proveniente
do fôlego de Deus”. (Genesis, 2:7),
Deus “inspirou” a verdade na mente do
homem, os quais expressaram estas mesmas verdades em suas próprias
palavras, conforme Pedro menciona, tendo em mente a revelação
profética: “homens
santos falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo”
(II Pedro 1:21).
A Bíblia expõe a humanidade e
revela a Deus. Expõe a condição humana e revela a solução
divina. Os seres humanos são mostrados como perdidos, separados de
Deus, enquanto Jesus é apresentado como Aquele que localiza o
perdido e o traz de volta. Jesus Cristo é o ponto focal das
Escrituras. No Antigo Testamento Ele é o Messias, o Redentor do
mundo; em, o Novo Testamento Ele é revelado como Jesus Cristo, o
Salvador. Cada página quer através de símbolos, quer em realidades
concretas, revela algum aspecto de Jesus Cristo, alguma fase de Seu
trabalho ou traço de Seu caráter. Na Cruz do Calvário, a revelação
última desse trabalho e o caráter de Deus são dramaticamente
demonstrados através da morte de Jesus. A cruz representa o mais
central de todos os pontos focalizados pela Bíblia, pois ela faz
convergir para o mesmo local a inominável maldade humana e a
incomparável bondade do amor de Deus.
II – A TRINDADE.
Nós cremos que há um Só Deus: Pai,
Filho e Espírito Santo, (Conforme já
estudamos na Décima Segunda Palestra), uma unidade de três Pessoas
co-eternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente e onipresente.
Ele é infinito e está além da compreensão humana, mas é
conhecido por meio de Sua auto revelação. Para sempre é digno de
culto, adoração e serviço por parte de toda a criação.
No Calvário,
praticamente todos rejeitaram a Jesus. Somente uns poucos reconheciam
quem, realmente Ele era. Dentre estes um ladrão igualmente sendo
executado, dirigiu-se a Cristo como “Senhor” Lucas 23: 42;
“E
disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu
reino”. E
um soldado romano reconheceu: “Verdadeiramente
este homem era Filho de Deus”! (Marcos 15: 39). Quando João, referindo-se a Jesus,
escreveu: “Veio
para o que era Seu, mas os Seus não O receberam”
(João 1: 11), suas palavras possuíam
aplicação não apenas para a multidão ali reunida, e não somente
para a nação israelita, mas efetivamente para todo o mundo, ao
longo de todos os tempos. Exceto um pequeno punhado, todos
fracassaram em reconhecê-Lo como Deus e Salvador. Este fracasso, o
maior e mais trágico que o homem pode experimentar, mostra que o
conhecimento que a humanidade possui de Deus é radicalmente
deficiente.
As numerosas teorias que explicam ou
definem a Deus e os muitos argumentos que tentam provar ou negar a
Sua existência, constituem evidências de que a sabedoria humana é
por si própria insuficiente para penetrar no terreno do divino.
Depender tão-somente da sabedoria humana para aprender acerca de
Deus é como utilizar uma lupa com o intuito de estudar as
constelações. Portanto, para muitos a sabedoria de Deus é uma
sabedoria “em
mistério” (I
Coríntios 2:7). Para estes, Deus continua sendo um mistério. A
respeito dessa sabedoria humana disse Paulo que “nenhum
dos poderosos deste século conheceu; porque se a tivessem conhecido,
jamais teriam crucificado o Senhor da glória” (I
Coríntios 2: 8).
Um dos mandamentos
básicos das Escrituras é “amarás a
Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu
entendimento” (Mateus, 22: 37 e Deuteronômio, 6:
5). Não podemos amar alguém a respeito de quem nada conhecemos; por
outro lado, não poderemos descobrir as coisas profundas de Deus
através de investigação (Jó, 9:1-35 e 38:1-41). (Leia em sua
Bíblia). Só através das Escrituras poderemos conhecer e amar a
Deus. A Bíblia não prova a existência de Deus; ela assume que
assim seja. O texto inicial nos diz: “No
princípio criou Deus os Céus e a Terra” (Gênesis
1:1). Aqui Ele é descrito como Criador, Sustentador e Legislador de
toda a criação. Leia Salmos, 14:1,
“DISSE o néscio no seu
coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis
em suas obras, não há ninguém que faça o bem”.
Romanos, 1:18-22 e 28. “18
Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e
injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.
19 Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta,
porque Deus lho manifestou. 20 Porque as suas coisas invisíveis,
desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua
divindade, se entendem, e claramente se veem pelas coisas que estão
criadas, para que eles fiquem inescusáveis; 21 Porquanto, tendo
conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram
graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração
insensato se obscureceu. 22 Dizendo-se sábios tornaram-se loucos. 28
E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim
Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que
não convêm”.
III - A CRIAÇÃO.
Nós cremos que Deus é o Criador de
todas as coisas, e revelou nas Escrituras o relato autêntico de Sua
atividade criatura. “Em
seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra”
e tudo que tem vida sobre a Terra, e
descansou no sétimo dia dessa primeira semana. Assim Ele estabeleceu
o sábado como perpétuo monumento comemorativo de Sua esmerada obra
criador. O primeiro homem e a primeira mulher foram formados à
imagem de Deus como obra-prima da Criação, foi-lhes dado domínio
sobre o mundo e atribuiu-se lhes a responsabilidade de cuidar dele.
Quando o mundo foi concluído, ele era “muito
bom”, proclamando
a glória de Deus.
Mas, o inimigo de Deus veio em
seguida, e como um menino travesso, pega o resto da tinta com que
Deus havia pintado o belo quadro e joga na pintura recém-criada
borrando toda a linda paisagem. E com isso introduz o pecado no
mundo, e com o pecado a morte, pois o “salário
do pecado é a morte” (Romanos,
6: 23). E, como foram as perfeitas e divinas mãos de Cristo que pela
primeira vez concederam vida ao homem; e são as mãos de Cristo,
perfuradas e sangrentas, que oferecem ao homem a vida eterna. Assim,
pois, o homem não é apenas criado; ele pode ser recriado. Ambas as
obras de criação recriação representam o trabalho de Cristo,
nenhuma delas proveio do próprio homem. Criados a imagem de Deus,
temos sido chamados para glorifica-Lo. No coroamento da obra
criadora, Deus convida a cada um de nós para que entre em comunhão
diária com Ele, em busca de Seu poder regenerador. Desta forma, para
glória de Deus, seremos capazes de refletir mais plenamente a Sua
imagem.
IV – A NATUREZA DO HOMEM.
Nós cremos que o homem e a mulher
foram formados à imagem de Deus com individualidade, o poder e a
liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres
livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e
dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando
nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, negou sua dependência d
Ele e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de
Deus, neles foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus
descendentes partilham dessa natureza caída e de suas consequências.
Nascem com fraquezas e tendências para o mal. Mas Deus, em Cristo,
reconciliou consigo o mundo e por meio de Seu Espírito restaura nos
mortais penitentes a imagem de seu Criador. Criados para a glória de
Deus, são chamados para amá-Lo e uns aos outros, e para cuidar de
seu ambiente. Maiores informações recapitulem a 18ª Palestra.
V – O GRANDE CONFLITO.
Nós cremos que toda a humanidade
está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás,
quanto ao caráter de Deus, Sua lei e Sua soberania sobre o Universo.
Esse conflito originou-se no Céu quando um ser criado, dotado de
liberdade de escolha, por exaltação própria, tornou-se Satanás, o
adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele
introduziu o espírito de rebelião neste mundo, ao induzir Adão e
Eva em pecado. Este pecado humano resultou na deformação da imagem
de Deus na humanidade, no transtorno do mundo criado e em sua
conseqüente devastação por ocasião do dilúvio mundial. Observado
por toda a criação, este mundo tornou-se o palco do conflito
universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor.
Para ajudar Seu povo nesse conflito, Cristo envia o Espírito Santo e
os anjos leais, para guiá-los, proteger e amparar no caminho da
salvação. (Recapitulem a 6ª Palestra).
VI – VIDA, MORTE E
RESSURREIÇÃO DE CRISTO.
Nós cremos que na vida de Cristo, de
perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e
ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado
humano, de modo que os que aceitam essa expiação pela fé possam
ter vida eterna, e toda a criação compreenda melhor o infinito e
santo amor do Criador. Esta expiação perfeita vindica a justiça da
lei de Deus e a benignidade de Seu caráter; pois ela não somente
condena o nosso pecado, mas também garante o nosso perdão. A morte
de Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e
transformadora. A ressurreição de Cristo proclama a vitória de
Deus sobre as forças do mal, e assegura a vitória final sobre o
pecado e a morte para os que aceitam a expiação. Proclama a
soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrará todo joelho, no
Céu e na Terra. O Espírito Santo traz para dentro de nós o “Está
consumado” do Calvário, aplicando a nós a
experiência única da aceitação que Deus faz da humanidade. Este
“está consumado”, pronunciado
na cruz, coloca em xeque todas as outras tentativas humanas de se
obter aceitação. Ao administrar o Crucificado ao nosso íntimo, o
Espírito traz a única base para nossa aceitação diante de Deus,
providenciando o único título genuíno e válido para a salvação
que nos está disponível.
VII – A IGREJA.
Nós cremos que a Igreja é a
comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo como Senhor. Em
continuidade do povo de Deus nos tempos do Antigo Testamento, somos
chamados para fora do mundo; E nos unimos para prestar culto, para
comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia
do Senhor, para o serviço a toda a humanidade e para a proclamação
mundial do Evangelho. (Neste momento em que escrevemos esta Palestra,
os Adventistas do 7º Dia, está presente em aproximadamente duzentos
e vinte países). A Igreja recebe sua autoridade de Cristo, o qual é
a Palavra encarnada, e das Escrituras, que são a Palavra escrita. A
Igreja é a família de Deus; adotados por Ele como filhos, seus
membros vivem, com base no novo concerto. A Igreja é o corpo de
Cristo, uma comunidade de fé, da qual o próprio Cristo é a Cabeça.
A Igreja é a Noiva pela qual Cristo morreu para que pudesse
santificá-la e purificá-la. Em Sua volta triunfal, Ele a
apresentará a Si mesmo Igreja gloriosa, os fiéis de todos os
séculos, a aquisição de Seu sangue, sem mácula, nem ruga, porém
santa e sem defeito.
A Igreja, glória e poder de Deus são
revelados de modo particular quando pecadores são restaurados à
comunhão da Igreja. Deus almeja libertar os cativos do pecado,
transferindo-os do reino das trevas para o reino da luz. A Igreja de
Deus, o teatro do Universo, expõe o poder do sacrifício expiatório
de Cristo, exercido na vida de homens e mulheres. Nos dias atuais,
Cristo, através de Sua Igreja, convida a todos para que se tornem
partes de Sua família. “Eis
que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a Minha voz, e abrir a
porta, entrará em sua casa, e cearei com ele, e ele comigo”
(Apocalipse 3:20).
Nós cremos que a Igreja Universal se
compõe de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos
últimos dias, um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido
chamado para fora, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé de
Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do juízo,
proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de
Seu segundo advento. Essa proclamação é simbolizada pelos três
anjos de Apocalipse 14; (Conforme estudamos na 25ª Palestra),
coincide com a obra de julgamento no Céu e resulta numa obra de
arrependimento e reforma na Terra. Todo crente é convidado a ter uma
parte pessoal neste testemunho mundial.
VIII - O BATISMO.
Nós cremos que pelo batismo,
confessamos nossa fé na morte e na ressurreição de Jesus Cristo, e
atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em
novidade de vida. Assim reconhecemos a Cristo como Senhor e Salvador,
tornamo-nos Seu povo e somos aceitos como membros por Sua Igreja. O
batismo é um símbolo de nossa união com Cristo, do perdão de
nossos pecados e de nosso recebimento do Espírito Santo. É por
imersão na água e depende de uma afirmação de fé em Jesus e da
evidência de arrependimento do pecado. Segue-se à instrução nas
Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos, conforme
estudamos na Nona Palestra, (Recapitule).
IX – A CEIA DO
SENHOR.
Nós cremos que a Ceia do Senhor é
uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como
expressão de fé nele, nosso Senhor e Salvador. Nessa experiência
de comunhão, Cristo está presente para encontrar-Se com Seu povo e
fortalece-lo. Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte
do Senhor até que Ele volte. A preparação envolve o exame de
consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instruiu a
cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para
apressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante
à de Cristo, e para unir nosso coração, em amor. O serviço da
comunhão é franqueado a todos os crentes que com humildade, deve
procurar seu oponente para desculpar-se do desentendimento caso tenha
ocorrido. Meu querido amigo e irmão, na hipótese de você nunca
terem participado de uma cerimônia de lava-pés e da Ceia do Senhor,
nós o convidamos a participar de uma reunião em que praticamos pelo
menos duas vezes ao ano. Procure uma Igreja mais perto de você.
X - DONS E
MINISTÉRIOS ESPIRITUAIS.
Nós cremos que Deus concede a todos
os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais que
cada membro deve empregar em amoroso ministério para o bem comum da
Igreja e da humanidade. Sendo outorgados pela atuação do Espírito
Santo, o qual distribui a cada membro como Lhe apraz, dons provêm
todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para
cumprir suas funções divinamente ordenadas. De acordo com as
Escrituras, esses dons abrangem tais ministérios como a fé,
profecia, proclamação, ensino, administração, reconciliação,
compaixão, e serviço abnegado e caridade para ajuda e animação
das pessoas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pelo
Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios
pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino especialmente
necessários para habilitar os membros para o serviço, edificar a
Igreja com vistas à maturidade espiritual e promover a unidade da fé
e do conhecimento de Deus. Quando os membros utilizam esses dons
espirituais como fiéis despenseiros da multiforme graça de Deus, a
Igreja é protegida contra a influência demolidora de falsas
doutrinas, tem um crescimento que provém de Deus e é edificada na
fé e no amor.
As palavras pronunciadas por Jesus antes de ascender ao Céu, haveriam de modificar a história do mundo: “Ide por todo p mundo, e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16: 15), foi à ordem que deixou aos discípulos. A todo mundo? A toda criatura? Os discípulos devem ter imaginado que essa seria uma tarefa impossível. Cristo, percebendo a desorientação em que se sentiram, instruiu-os a não deixar a cidade de Jerusalém, mas esperar pelo cumprimento da promessa do Pai. “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em, toda Judéia e Samaria, e até aos confins da Terra” (Atos, 1:4 e 8). (Recapitulem a Décima Terceira e a Vigésima Sexta Palestra).
XI - A LEI DE DEUS.
Nós cremos que os
grandes princípios da Lei de Deus são incorporados nos dez
Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, à
vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações
humanas, e são obrigatórios a todas as pessoas, em todas as épocas.
Esses preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e
a norma no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito
Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade
de um Salvador. A salvação é inteiramente pela graça, e não
pelas obras, mas seu fruto é a obediência aos mandamentos. Essa
obediência desenvolve o caráter cristão e resulta numa sensação
de bem-estar. É uma evidência de nosso amor ao Senhor e de nossa
solicitude por nossos semelhantes. A obediência da fé demonstra o
poder de Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o
testemunho cristão. Êxodo, 19: 18 e 19, “18
E todo o monte Sinai fumegava, porque o SENHOR descera sobre ele em
fogo; e a sua fumaça subiu como fumaça de uma fornalha, e todo o
monte tremia grandemente.
19 E o sonido da buzina ia crescendo cada vez mais; Moisés falava, e
Deus lhe respondia em voz alta”. Tão poderosa foi
essa manifestação majestosa da presença de Deus, que todo o Israel
tremeu. Repentinamente os trovões e a trombeta cessaram, deixando no
ar um solene silêncio. Depois, Deus falou de entre a espessa nuvem
que O envolvia enquanto permanecia sobre a montanha. Movido por
profundo amor a Seu povo, Ele proclamou os Dez
Mandamentos. Moisés disse:
Deuteronômio 33:2e3, “02
E enviarei um anjo adiante de ti, e lançarei fora os cananeus, e os
amorreus, e os heteus, e os perizeus, e os heveus, e os jebuseus,
03 A uma terra que mana leite e mel; porque eu não subirei no meio
de ti, porquanto és povo de dura cerviz, para que te não consuma eu
no caminho”.
Ao conceder Sua lei no
monte Sinai, Deus não apenas revelou a Si mesmo como a majestade e
suprema autoridade do Universo. Ele também Se revelou como o
Redentor de Seu povo Êxodo 20:2, ”Eu
sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da
servidão”. Pelo fato de ser o Salvador, Ele
não apenas chamou a Israel, mas, a toda a humanidade. Eclesiastes,
12: 13, “De
tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus
mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem”.
À obediência a esses breves, abrangentes e autorizados preceitos
que abrangem todos os deveres da humanidade em relação a Deus e em
relação uns com os outros. E Deus falou e escreveram em tábuas de
pedra as seguintes palavras: Êxodo, 20:3-17, (Recapitule a 19ª
Palestra). E 31: 18. “E
deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte Sinai) as duas
tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus”.
Os Dez Mandamentos são de natureza moral, espiritual,
abrangente e contém princípios universais que perduram até hoje.
(Salmos 119:160). “A
tua palavra é a verdade desde o princípio, e cada um dos teus
juízos dura para sempre”.
XII - O SÁBADO.
O bondoso Criador, após os seis dias
da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para
todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da
imutável lei de Deus requer a observância deste sábado do sétimo
dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o
ensino e prática de Jesus, o Senhor do Sábado. O sábado é um dia
de deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros. É um símbolo
de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa santificação, uma
prova de nossa lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino
de Deus. O sábado é um sinal perpétuo do eterno concerto de Deus
com Seu povo. A prazerosa observância deste tempo sagrado duma tarde
a outra tarde, do pôr-do-sol ao pôr-do-sol, é uma celebração dos
atos criadores e redentores de Deus. (Recapitule a 21ª Palestra).
XIII – MORDOMIA.
Os Adventistas do Sétimo Dia Creem
que somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso
apropriado do tempo e das oportunidades, capacidades e posses, e das
bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso
cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus por
meio de fiel serviço a Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os
dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu evangelho e para
a manutenção e o crescimento de Sua Igreja. A mordomia é um
privilégio que Deus nos concede para desenvolvimento no amor e para
vitória sobre o egoísmo e a cobiça. O mordomo se regozija nas
bênçãos que advêm aos outros como resultados de sua fidelidade.
(Maiores esclarecimentos: Recapitule a Décima Quarta Palestra).
XIV – CONDUTA
CRISTÃ.
Nós cremos que somos chamados para
ser um povo piedoso que pensa, sente e age de acordo com os
princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter
de nosso Senhor, só nos envolvemos naquelas coisas que produzirão
em nossa vida pureza, saúde e alegria semelhantes às de Cristo.
Isso significa que nossas diversões e entretenimentos devem
corresponder aos mais altos padrões do gosto e beleza cristãos.
Embora reconheçamos diferenças culturais, nosso vestuário deve ser
simples, modesto e de bom gosto, apropriado àqueles cuja verdadeira
beleza não consiste no adorno exterior, mas no ornamento imperecível
de um espírito manso e tranquilo. Significa também que, sendo o
nosso corpo é templo do Espírito Santo, devemos cuidar dele
inteligentemente. Junto com adequado exercício e repouso, devemos
adotar a alimentação mais saudável possível e abster-nos dos
alimentos imundos identificados nas Escrituras. Visto que as bebidas
alcoólicas, o fumo e o uso irresponsável de medicamentos e
narcóticos são prejudiciais ao nosso corpo, também devemos
abster-nos dessas coisas. Em vez disso, devemos empenhar-nos em tudo
que submeta nossos pensamentos e nosso corpo à disciplina de Cristo,
o qual deseja nossa integridade, alegria e bem-estar. (Recapitule a
Décima Quinta Palestra).
XV – MATRIMÔNIO E FAMÍLIA.
Nós cremos que o casamento foi
divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união
vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo.
Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus, bem como com
o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da
mesma fé. Mútuo amor honra, respeito e responsabilidade constituem
a estrutura dessa relação, a qual deve refletir o amor, a
santidade, a intimidade e a constância da relação entre Cristo e
Sua Igreja. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que
se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e se
casa com outro, comete adultério. Conquanto algumas relações de
família fiquem aquém do ideal, os consortes que se dedicam
inteiramente um ao outro, em Cristo, podem alcançar amorosa unidade
por meio da orientação do Espírito e a instrução da Igreja. Deus
abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a
alcançar completa maturidade. Os pais devem educar seus filhos a
amar o Senhor e a obedecer-Lhe. Por seu exemplo e suas palavras, deve
ensinar-lhes que Cristo é um disciplinador amoroso e sempre terno a
família de Deus. Crescente intimidade familiar é uma das
características da mensagem final do evangelho.
Cremos também que as
Escrituras condenam as práticas homossexuais em termos fortemente
negativos, hoje praticados livremente com ampla divulgação.
Gênesis 19:4-11; “04
E antes que se deitassem, cercaram a casa, os homens daquela cidade,
os homens de Sodoma, desde o moço até ao velho; todo o povo de
todos os bairros. 05 E
chamaram a Ló, e disseram-lhe: Onde estão os homens que a ti vieram
nesta noite? Traze-os fora a nós, para que os conheçamos. 06 Então
saiu Ló a eles à porta, e fechou a porta atrás de si, 07 E disse:
Meus irmãos, rogo-vos que não façais mal; 08 Eis aqui, duas filhas
tenho, que ainda não conheceram homens; fora vo-las trarei, e fareis
delas como bom for aos vossos olhos; somente nada façais a estes
homens, porque por isso vieram à sombra do meu telhado. 09 Eles,
porém, disseram: Sai daí. Disseram mais: Como estrangeiro este
indivíduo veio aqui habitar, e quereria ser juiz em tudo? Agora te
faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem,
sobre Ló, e aproximaram-se para arrombar a porta. 10 Aqueles homens
porém estenderam as suas mãos e fizeram entrar a Ló consigo na
casa, e fecharam a porta; 11 E feriram de cegueira os homens que
estavam à porta da casa, desde o menor até ao maior, de maneira que
se cansaram para achar a porta”. Levítico 18:22;
“Um
homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é”;
20:13; “Quando também um homem se
deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação;
certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles”.
Romanos 1:26-28; “26
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas
mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
27 E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da
mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros,
homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a
recompensa que convinha ao seu erro. 28 E, como eles não se
importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um
sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm”; I
Timóteo 1:8-10. “08
Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela usa legitimamente;
09 Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os
injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos
e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas,
10 Para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens,
para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à
sã doutrina”, Práticas desse tipo produzem séria
distorção da imagem de Deus sobre homens e mulheres.
XVI – O MINISTÉRIO DE CRISTO NO SANTUÁRIO CELESTIAL
Os
Adventistas do Sétimo Dia creem que há um santuário no Céu, o
verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu não o homem. Nele Cristo
ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crentes os
benefícios de Seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por
todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grande Sumo-Sacerdote e
começou Seu ministério intercessores por ocasião de Sua ascensão.
Em 1844, no fim do período profético dos 2300 dias, Ele iniciou a
segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. É uma obra
de juízo investigativo, a qual faz parte da eliminação final de
todo pecado, prefigurada pela purificação do antigo santuário
hebraico, no dia da expiação. Nesse serviço típico, o santuário
era purificado com o sangue de sacrifícios de animais, mas as coisas
celestiais são purificadas com perfeito sacrifício do sangue de
Jesus. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre
os mortos dorme em Cristo, sendo, portanto, Nele, considerado digno
de ter parte na primeira ressurreição.
Também torna manifesto
quem, dentre os vivos, permanece em Cristo, guardando os mandamentos
de Deus e a fé de Jesus, estando, portanto, Nele, preparado para a
transladação ao Seu reino eterno. Este julgamento vindica a justiça
de Deus em salvar os que creem em, Jesus. Declara que os que
permaneceram leais a Deus receberão o reino. A terminação do
ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os
seres humanos, antes do Segundo Advento. (Hebreus, 4: 14-16; “14
Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que
penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. 15
Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das
nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas
sem pecado. 16 Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça,
para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de
sermos ajudados em tempo oportuno”. (recapitule a
Décima Primeira Palestra).
XVII – A SEGUNDA
VINDA DE CRISTO.
Nós cremos que a
segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja, o grande
ponto culminante do evangelho. A vinda do Salvador será literal,
pessoal, visível e universal. Quando Ele voltar, os justos falecidos
serão ressuscitados e, juntamente com os justos que estiverem vivos,
serão glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão
morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da
profecia, bem como a condição atual do mundo, indica que a vinda de
Cristo é iminente. O tempo exato desse acontecimento não foi
revelado, e somos, portanto exortados a estar preparados em todo o
tempo. (I Tess. 4:13-17, “13
Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já
dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm
esperança. 14 Porque, se
cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus
dormem, Deus os tornará a trazer com ele. 15 Dizemos-vos, pois,
isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a
vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. 16 Porque o mesmo
Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a
trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão
primeiro. 17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados
juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e
assim estaremos sempre com o Senhor”.(Recapitule
a Quarta Palestra).
XVIII – MORTE E RESSURREIÇÃO
O salário do pecado é a morte. Mas
Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos.
Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as
pessoas. Quando Cristo, que é a nossa vida, Se manifestar, os justos
ressuscitados e os justos vivos será glorificados e arrebatados para
o encontro de seu Senhor. A segunda ressurreição, a ressurreição
dos ímpios, ocorrerá mil anos mais tarde. (Recapitule a Décima
Oitava Palestra).
XIX - O MILÊNIO
E O FIM DO PECADO
O milênio é o reinado de mil anos,
de Cristo com Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda
ressurreição. Durante esse tempo, serão julgados os ímpios
mortos; a Terra estará completamente desolada, sem habitantes
humanos com vida, mas ocupada por Satanás e seus anjos. No fim
desse período, Cristo com Seus Santos e a cidade Santa descerão do
Céu a Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com
Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas fogo de Deus os
consumirá e purificará a Terra. O Universo ficará assim
eternamente livre do pecado e dos pecadores. (Recapitule a Quinta
Palestra).
XX – A NOVA TERRA
Os Adventistas do Sétimo Dia creem que na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria e aprendizado eternos, em Sua presença. Pois aqui o próprio Deus habitará com Seu povo, e o sofrimento e a morte terão passado. “O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma Única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. Daquele que tudo criou emanam vida, luz e alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeição gozo, declaram que Deus é amor”. (Ellen G. White, O Grande Conflito, pág. 678). (Recapitule a Sétima Palestra).
FINALMENTE
Neste mundo, sempre
ouvimos falar que “todas as coisas têm o seu fim”. Mas de acordo
com as promessas de Deus em Sua palavra, a melhor das boas-novas
relacionadas com a Nova Terra é que ela jamais chegará ao fim. Ali
viveremos a vida eterna. “O reino do
mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará pelos
séculos dos séculos” Apocalipse 11: 15; Daniel
2:44, “Mas,
nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não
será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo;
esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá
para sempre”,
e 7:27. “E
o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu
serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um
reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão”.
Leia ainda Apocalipse 5: 13. “E
ouvi toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da
terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer:
Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas
ações de graças, e honra e glória, e poder para todo o sempre”.
Nossa única intenção,
ao elaborarmos este estudo, é conduzir pessoas ao pé da cruz,
através do Evangelho Eterno conforme Apocalipse 14: 6e7. “06
E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno,
para proclamá-lo aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação,
e tribo, e língua, e povo,
07 Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é
vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a
terra, e o mar, e as fontes das águas”. Mas a
pergunta me é constante: Qual é a verdadeira Igreja ou doutrina?
Respondemos: a Igreja universal e verdadeira compõe-se de todos os
que verdadeiramente creem em Cristo; mas, que nos últimos dias,
haverá muita apostasia, seguindo doutrinas e mandamentos de homens,
mas, pela misericórdia de Deus, sempre ouve um remanescente que
guarda e respeita os mandamentos de Deus. Este remanescente sempre
proclamou a salvação por meio de Jesus Cristo e proclama Sua breve
volta, baseada na mensagem dos três anjos de Apocalipse 14; O dia do
juízo o arrependimento e uma verdadeira reforma na Terra. Se a
pergunta ainda continua, a resposta está aí acima, acrescida de
Apocalipse, 12: 17, “E o dragão
irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua
semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho
de Jesus Cristo”. E 14:12, “Aqui
está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os
mandamentos de Deus e a fé em Jesus”. Que são
aqueles que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de
Jesus Apocalipse, 19: 10. “E eu
lancei-me a seus pés para adorá-lo; mas ele disse-me: Olha não
faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o
testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o
espírito de profecia”. Aqueles que têm o espírito
de profecias. Todo crente é convidado a fazer parte na Nova Terra,
mas, lembre-se: Não basta crer, Tiago 2: 19, “Tu
crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o creem,
e estremecem”. Temos
que obedecer e viver o que Cristo nos ensinou Mateus, 19: 17; “E
ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que
é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos”.
João 14: 21, “Aquele
que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e
aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me
manifestarei a ele”.
E I João 2:4. “Aquele
que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é
mentiroso, e nele não está à verdade”.
Finalmente, com a graça de Deus,
chegamos ao final do Edifício
Espiritual, espero ter contribuído
espiritualmente com vocês a tomarem a decisão correta que é ao
lado de “Jesus Cristo”, conforme
ficou provado em atos 4:12,
“E
em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum
outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”.
POR TUDO QUE VOCÊ
ACABOU DE LER E O POR QUE SOMOS “ADVENTISTA DO
SÉTIMO DIA”.
Deus os abençoe.
Amém.
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A Igreja de Deus.
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Edmur Hawthorne
Estaremos sempre a
sua disposição.
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