Ministério
Edifício Espiritual
Edmur Hawthorne
Palestras Bíblicas 25/30
A MENSAGEM DA HORA DO JUÍZO
Edifício Espiritual
Edmur Hawthorne
Palestras Bíblicas 25/30
A MENSAGEM DA HORA DO JUÍZO
Nesta Palestra,
vamos falar das Três Mensagens Angélicas de Apocalipse 14:6-12,
“06 E vi outro anjo voar
pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para proclamá-lo aos
que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e
povo, 07 Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória;
porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu,
e a terra, e o mar, e as fontes das águas. 08 E outro anjo seguiram,
dizendo: Caiu, caiu Babilônia, aquela grande cidade, que a todas as
nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição. 09 E
seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar
a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua
mão, 10 Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou,
não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e
enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. 11 E a fumaça
do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de
dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que
receber o sinal do seu nome. 12 Aqui estão às paciências dos
santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em
Jesus”. Para compreendermos bem essas mensagens,
vamos recapitular algumas doutrinas. Vamos ler em Joel 2:29-31, “29
E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei
o meu Espírito. 30 E mostrarei prodígios no céu, e na terra,
sangue e fogo, e colunas de fumaça.31 O sol se converterá em
trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia
do SENHOR”, e
confirmar essa profecia citada pelo próprio Jesus em Mateus,
24:29-31, “29
E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua
não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências
dos céus serão abaladas. 30 Então aparecerá no céu o sinal do
Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o
Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande
glória. 31 E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta,
os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma
à outra extremidade dos céus”, veja também
Marcos,, 13:24-27, “24
Ora, naqueles dias, depois daquela aflição, o sol se escurecerá, e
a lua não dará a sua luz.
25 E as estrelas cairão do céu, e as forças que estão nos céus
serão abaladas. 26 E então verão vir o Filho do homem nas nuvens,
com grande poder e glória. 27 E ele enviará os seus anjos, e
ajuntará os seus escolhidos, desde os quatro ventos, da extremidade
da terra até a extremidade do céu”
E Lucas 21:25-28, “25 E haverá
sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das
nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. 26 Homens
desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao
mundo; porquanto as virtudes do céu serão abaladas. 27 E então
verão vir o Filho do homem numa nuvem, com poder e grande glória.
“28 Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para
cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está
próxima”. Conforme já apresentamos em Palestras
anteriores, onde apresentamos o cumprimento desses acontecimentos: o
escurecimento do sol em 19 de maio de 1780, a queda das estrelas em
13 de Novembro de 1833, a prisão do Papa Pio VI, concluindo assim o
período dos 1260 anos de Daniel 7:25, que estudamos na Vigésima
Quinta Palestra. Leiam novamente Mateus, 24:30, “Então
aparecerão no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da
terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as
nuvens do céu, com poder e grande glória”. Aqui a
profecia está nos dizendo que logo depois da aflição daqueles
dias, ou seja, depois do período dos 1260 anos que terminou com a
queda do poder temporal do Papa, iria acontecer tudo o que
mencionamos acima, e Cristo apareceria nas nuvens dos céus.
Portanto, de tudo o que a profecia nos disse, só falta o
aparecimento de Jesus pela segunda vez a esta Terra. Mas, prestem bem
atenção: "todos os povos
lamentarão". Por que Se lamentarão?
Naturalmente aquele que não está se preparando para esse dia. Na
Vigésima Quarta Palestra aprendemos que a profecia dos 2300 anos de
Daniel 8:14 nos levaram ao ano de 1844, e que, a partir dessa época,
deveria surgir um povo pregando o restabelecimento da Lei de Deus,
incluindo a santificação do Sábado; denominado "os
remanescentes", conforme o estudo da Palestra anterior. Agora,
juntando tudo isso como um quebra-cabeça, podemos concluir que o
estudo em pauta também deveria ocorrer depois do ano 1798.
CARACTERÍSTICAS
DO REMANESCENTE
A FÉ DE JESUS
A FÉ DE JESUS
O Povo remanescente de Deus é caracterizado por uma fé semelhante àquela que Jesus possuía. Eles refletem a inabalável confiança de Jesus em Deus e Na autoridade das Escrituras. Crê que Jesus Cristo é o Messias da profecia, o Filho de Deus, que veio Como Salvador do mundo. Sua fé abrange todas as verdades da Bíblia, aquelas na qual Cristo acreditava e pregava a todos. Os remanescentes de Deus dedicar-se-ão à proclamação do eterno evangelho de salvação pela fé em Cristo. Eles advertirão o mundo de que à hora do juízo de Deus é chegada, pelo que procurarão fazer com que outros se preparem para o breve encontro com o Senhor. Eles se envolverão numa missão de extensão mundial a fim de completar o testemunho divino à humanidade, conforme Apocalipse 14:6e7; já mencionados e 10: 11, “E ele disse-me: Importa que profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas e reis”, e Mateus, 24:14, “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim”.
MANDAMENTOS DE DEUS
Genuína
fé em Jesus compromete os remanescentes a seguir o Seu exemplo. João
explicou: "Aquele
que diz que permanece Nele, esse deve andar assim como Ele andou".
(I João 2:6). Uma vez que Jesus guardou os mandamentos de Seu Pai,
eles também obedecerão aos mandamentos de Deus, João 15:10, “Se
guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo
modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no
seu amor”.
Particularmente,
em vista de serem eles os remanescentes, suas ações devem
harmonizar-se com sua profissão, de outra maneira, essa não tem
qualquer valor. Jesus disse: "Nem
todo o que Me diz: Senhor, Senhor! Entrará
no reino dos céus".
(Mateus
7:21). Através do poder que Cristo lhes concede, obedecem aos
requisitos divinos, inclusive os Dez Mandamentos imutável lei moral.
Êxodo 20:3-17; já mencionados anteriormente. Mateus, 5:17-19; “17
Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim
ab-rogar, mas cumprir. 18 Porque em verdade vos digo que, até que o
céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem
que tudo seja cumprido. 19 Qualquer, pois, que violar um destes
mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será
chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e
ensinar será chamado grande no reino dos céus.
19:17-18, “17
E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom senão um só,
que é Deus. Se quiseres, porém, entrar na vida, guarda os
mandamentos. 18 Ele disse: Quais? E Jesus disse: Não matarás, não
cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho;
e Filipenses 4:13, “Posso
todas as coisas em Cristo que me fortalece”.
O TESTEMUNHO DE
JESUS
João
define: “Adora
a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia”. (Apoc.
19:10), O remanescente será conduzido pelo testemunho de Jesus,
manifestado através do Dom de profecia. Esse Dom do Espírito
deveria funcionar continuamente ao longo da história da Igreja,
conforme Efésios 4:13 “Até
que todos cheguem à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de
Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo”.
Essa
é uma das principais características do remanescente.
Semelhante
orientação profética transforma o remanescente no povo da profecia
que proclama a mensagem profética. Eles devem entender a profecia e
ensiná-la. A revelação da verdade que vem ao remanescente ajuda-o
a empreender sua missão de preparar o mundo para
o retorno de Cristo. (Veja
a Terceira Palestra deste Edifício).
As
profecias do livro de Apocalipse destacam claramente a missão do
remanescente. As três mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12,
(já mencionado acima) revelam a proclamação do remanescente, a
qual deverá trazer completa e final restauração da verdade do
evangelho. Essas três mensagens angélicas correspondem à resposta
divina aos extraordinários enganos satânicos que varrem o mundo
justamente antes do retorno de Cristo, Apoc. 13:3,8,14-16, “03
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal
foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. 08 E
adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não
estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a
fundação do mundo. 14 E engana os que habitam na terra com sinais
que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos
que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a
ferida da espada e vivia. 15 E foi-lhe concedido que desse espírito
à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e
fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da
besta. “16 E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres
livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas
suas testas”.
Imediatamente
em seguida ao último apelo divino dirigido ao mundo, Cristo retorna
para efetuar a colheita. Apoc. 14:14-20, “14
E olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem semelhante
ao Filho do homem, que tinha sobre a sua cabeça uma coroa de ouro, e
na sua mão uma foice aguda. 15, E
anjo
saiu do templo, clamando com grande voz ao que estava assentado sobre
a nuvem: Lança a tua foice, e sega; a hora de segar te é vinda,
porque já a seara da terra está madura.16 E aquele que estava
assentado sobre a nuvem meteu a sua foice à terra, e a terra foi
segada. 17 E saiu do templo, que está no céu, outro anjo, o qual
também tinha uma foice aguda. 18 E saiu do altar outro anjo, que
tinha poder sobre o fogo, e clamou com grande voz ao que tinha a
foice aguda, dizendo: Lança a tua foice aguda, e vindima os cachos
da vinha da terra, porque já as suas uvas estão maduras. 19 E o
anjo lançou a sua foice a terra e vindimou as uvas da vinha da
terra, e atirou-as no grande lagar da ira de Deus. “20 E o lagar
foram pisados fora da cidade, e saiu sangue do lagar até aos freios
dos cavalos, pelo espaço de mil e seiscentos estádios”.
A PRIMEIRA MENSAGEM ANGÉLICA
Leiam
novamente Apocalipse 14:6e7.
(Já mencionado). O primeiro anjo simboliza o remanescente de Deus
conduzindo o evangelho eterno ao mundo. Esse evangelho é as mesmas
boas novas do infinito amor de Deus que os antigos profetas e os
apóstolos proclamaram Hebreus 4:2. “Porque
também a nós foram pregadas as boas novas, como a eles, mas a
palavra da pregação nada lhes aproveitou, porquanto não estava
misturada com a fé naqueles que a ouviram”.
O remanescente não apresenta um evangelho diferente em vista do
julgamento, eles reafirmam o evangelho eterno, de que os pecadores
podem ser justificados pela fé e receber a justiça de Cristo.
Essa
mensagem chama ao arrependimento. Exorta a todos, "Temer"
ou reverenciar a Deus, e a dar-lhe "Glória" ou honra.
Fomos criados para esse propósito, e podemos dar honras ou glória a
Deus através de nossas palavras e ações: "Nisto
é glorificado Meu Pai, em que deis muitos frutos” (João
15:8). João predisse que o movimento que prepararia o mundo para o
retorno de Cristo haveria de enfatizar de modo especial a questão
bíblica da glorificação de Deus. Como nunca dantes, esse movimento
deverá apresentar o apelo do Novo Testamento no tocante à santidade
da mordomia da nossa vida: "Vosso
corpo é o templo do Espírito Santo".
Não possuímos direitos exclusivos sobre nossa capacidade física,
moral ou espiritual; Cristo comprou essa capacidade com Seu sangue no
Calvário. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso
espírito, os quais pertencem a Deus. (I Coríntios 6:19 e 20). “19
Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que
habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?
20 Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus
no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus”.
I
Coríntios 10:31. "Portanto,
quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo
para glória de Deus”.
O fato de que "a
hora do juízo é chegada",
acrescenta urgência ao chamado para o arrependimento. Em Apoc. 14:7,
(já mencionado), a palavra juízo é o ato de julgar, do grego
"Krisis", e não a sentença do juízo do grego "Krima".
Refere-se, portanto, a todo o processo de julgamento, inclusive a
colocação dos livros, o veredicto de absolvição ou condenação à
sentença de vida eterna ou morte eterna, (veja Mateus 16:17); “E
Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão
Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que
está nos céus”.
Romanos 6:23; “Porque
o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida
eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”.
Apoc. 22:12. “E,
eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada
um segundo a sua obra”.
Mensagem da hora do juízo também proclama o julgamento que Deus
fará de toda a apostasia, Daniel 7:9-11 e 26. “09
Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um ancião
de dias se assentaram; a sua veste era branca como a neve, e o cabelo
da sua cabeça como a pura lã; e seu trono era de chamas de fogo, e
as suas rodas de fogo ardente. 10 Um rio de fogo manava e saía de
diante dele; milhares de milhares o serviam, e milhões de milhões
assistiam diante dele; assentou-se o juízo, e abriram-se os livros.
11 Estive olhando, por causa da voz das grandes palavras que o chifre
proferia; estive olhando até que o animal foi morto, e o seu corpo
desfeito, e entregue para ser queimado pelo fogo”. Mensagem
da hora do
juízo aponta, particularmente, para o tempo em que Na última fase
de seu ministério sumo-sacerdotal no céu, Cristo iniciou Seu
trabalho de julgamento. Essa mensagem também convoca a todos para a
adoração do Criador. O chamado de Deus para adoração deve ser
posto em contraste com o chamado para adoração da besta e sua
imagem. Apoc. 13:3, 8, (já mencionados) e 15, “E
foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que
também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos
os que não adorassem a imagem da besta”.
Em
breve todos deverão tomar a decisão entre a verdadeira e a falsa
adoração, entre adorar a Deus, nos termos em que Ele coloca esse
ato (justificação
pela fé) ou
adorar em nosso próprio termo (justificação
pelas obras).
Ao ordenar-nos que adoremos "Aquele
que fez o Céu, e a Terra, e o Mar, e as fontes das águas"
Apoc. 14:7 e Êxodo 20:11, “Porque
em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles
há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do
sábado, e o santificou”.
Este versículo chama atenção para o quarto mandamento. Conduz as
pessoas à verdadeira adoração do Criador, uma experiência que
envolve a honra de Seu memorial da Criação, o Sábado do Senhor, o
dia sétimo, que Ele instituiu na criação e confirmou ao entregar
os Dez Mandamentos a Moisés no Monte Sinai. A mensagem do primeiro
anjo, portanto alerta as pessoas para a restauração da verdadeira
adoração, ao apresentar Cristo perante o mundo, o Criador e Senhor
do Sábado bíblico. Esse é o sinal do Deus da Criação, um sinal
negligenciado pela vasta maioria dos seres criados.
Providencialmente, a
proclamação dessa mensagem, que chama a atenção para o Deus
criador, começou no período da história em que a filosofia
evolucionista recebeu o maior impulso de todos os tempos, mediante a
publicação do livro "Origem das Espécies", de Charles
Darwin, datada em 1858. A pregação do primeiro anjo constitui o
maior baluarte contra o progresso da teoria da evolução.
Finalmente,
esse chamado implicara restauração da hora da santa lei de Deus,
que foi calcada a pés pelo "homem
da iniquidade".
II Tessalonicenses 2:3. Somente quando a verdadeira adoração for
restaurada e os crentes viverem os princípios do reino de Deus, é
que Deus pode ser glorificado.
A MENSAGEM DO
SEGUNDO ANJO
"Caiu,
caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do
vinho da fúria da sua prostituição"
(Apocalipse. 14:8). Desde a história antiga, a cidade de Babilônia
simbolizou o desafio a Deus. Sua torre era um monumento da apostasia
e um centro de rebelião. Gênesis 11:1-9. “01
E ERA toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala”. 02 E
aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de
Sinar; e habitaram ali. 03 E disseram uns aos outros: Eia, façamos
tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume
por cal. 04 E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre
cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não
sejamos espalhados sobre a face de toda a terra. 05 Então desceu o
SENHOR para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens
edificavam; 06 O SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma
mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá
restrição para tudo o que eles intentarem fazer.
(A
confusão das línguas). 07
Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda
um a língua do outro. 08 Assim o SENHOR os espalhou dali sobre a
face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade. “09 Por isso
se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a língua
de toda a terra, e dali os espalharam o SENHOR sobre a face de toda a
terra”.
Lúcifer
era o seu rei invisível; Isaías 14:12-14; “12
Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como
foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! 13 E tu
dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de
Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me
assentarei, aos lados do norte. 14 Subirei sobre as alturas das
nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo”.
E parece que ele pretendia fazer de Babilônia uma agência de seu
Plano mestre para o governo da raça decaída. Ao longo de toda a
Bíblia, a batalha entre a cidade de Deus, Jerusalém, e a cidade de
Satanás, Babilônia, ilustra o conflito entre o bem e o mal.
Durante
os primeiros séculos da era cristã, quando os romanos oprimiam
tanto os judeus quanto os cristãos, esses judeus e cristãos
referiam-se na literatura à cidade de Roma como sendo Babilônia.
Muitos creem que Pedro usou Babilônia Como
pseudônimo para Roma. I Pedro 5:13. “A
vossa co-eleita em Babilônia vos saúda, e meu filho Marcos”. Em
virtude de sua grande apostasia e perseguição à maioria dos
protestantes Na época da reforma e da pós-reforma, referiam-se à
Igreja de Roma como sendo Babilônia espiritual. Apoc. 17, (leia em
sua Bíblia), (conforme estudamos na Vigésima Terceira Palestra), a
inimiga do povo de Deus.
Em Apocalipse, Babilônia refere-se a uma mulher de má reputação, a mãe das prostitutas, e às suas filhas impuras. Apoc. 17:5. “E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra”. Ela simboliza todas as organizações religiosas apóstatas e sua liderança, embora se aplique de modo especial à grande aliança religiosa apóstata entre a besta e sua imagem, a qual trará a lume a crise final descrita em Apocalipse 13:15-17. “15 E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. 16 E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, 17 Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”. A mensagem do segundo anjo expõe a natureza universal da apostasia babilônica e seu poder coercitivo, dizendo que ela "tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição". O vinho de Babilônia representa seus ensinos heréticos. Babilônia pressionará os poderes do Estado para que estes obriguem à imposição universal de seus falsos ensinos religiosa e decretos.
Em Apocalipse, Babilônia refere-se a uma mulher de má reputação, a mãe das prostitutas, e às suas filhas impuras. Apoc. 17:5. “E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra”. Ela simboliza todas as organizações religiosas apóstatas e sua liderança, embora se aplique de modo especial à grande aliança religiosa apóstata entre a besta e sua imagem, a qual trará a lume a crise final descrita em Apocalipse 13:15-17. “15 E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. 16 E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, 17 Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”. A mensagem do segundo anjo expõe a natureza universal da apostasia babilônica e seu poder coercitivo, dizendo que ela "tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição". O vinho de Babilônia representa seus ensinos heréticos. Babilônia pressionará os poderes do Estado para que estes obriguem à imposição universal de seus falsos ensinos religiosa e decretos.
A
"fornicação" mencionada representa o relacionamento
ilícito entre Babilônia e as nações - entre à Igreja apóstata e
os poderes civis. Supostamente à Igreja é a noiva do Cordeiro; ao
buscar apoio do Estado em vez de apoiar-se no Senhor, ela deixa seu
esposo e comete adultério espiritual, conforme Ezequiel 16:15-20;
“15
Mas confiaste na tua formosura, e te corrompeste por causa da tua
fama, e prostituías-te a todo o que passava, para seres dele. 16 E
tomaste dos teus vestidos, e fizeste lugares altos pintados de
diversas cores, e te prostituíste sobre eles, como nunca sucedera,
nem sucederá. 17 E tomaste as tuas joias de enfeite, que eu te dei
do meu ouro e da minha prata, e fizeste imagens de homens, e te
prostituíste com elas.18 E tomaste os teus vestidos bordados, e as
cobriste; e o meu azeite e o meu perfume puseste diante delas. 19 E o
meu pão que te dei, a flor de farinha, e o azeite e o mel com que eu
te sustentava, também puseste diante delas em cheiro suave; e assim
foi, diz o Senhor DEUS. 20 Além disto, tomaste a teus filhos e tuas
filhas, que me tinhas gerado, e os sacrificaste a elas, para serem
consumidos; acaso é pequena a tua prostituição”?
Tiago
4:4. “Adúlteros
e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade
contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo
constitui-se inimigo de Deus”. Tradução
de Ezequiel 16: (Leia em sua Bíblia). (Vestes é justiça;
Prostituta é Igreja falsa; Vinho é doutrina; Óleo é o Espírito
Santo; Pão é Jesus e filhas são igrejas que seguem os mandamentos
dela, conforme Apocalipse 17:5. “E
na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a
mãe das prostituições e abominações da terra”.
Ex. “a guarda do domingo”.
Leia novamente com mais atenção no verso 17. “Porque
Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e
tenham uma mesma ideia, e que deem à besta o seu reino, até que
se cumpram as palavras de Deus”.
Esse
relacionamento ilícito resulta em tragédia. João vê os habitantes
da terra embriagados com falsos ensinos, e a própria Babilônia
"embriagada
com o sangue das testemunhas de Jesus",
as quais se recusaram a aceitar doutrinas não baseadas Na Bíblia e
a submeter-se à autoridade da grande meretriz, Apoc. 17:2 e 6. “02
Com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na
terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição”. 06 E vi
que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das
testemunhas de Jesus. “E, vendo-a maravilhei-me com grande
admiração”.
Babilônia
caiu porque se recusou a atender à mensagem do primeiro anjo, o
evangelho da justificação pela fé no Criador. Assim como durante
os primeiros séculos da era cristã à
Igreja de Roma apostatou, muitos protestantes da atualidade se
desviaram das grandes verdades da Reforma. Essa profecia da queda de
Babilônia encontra de modo especial seu cumprimento no afastamento
geral do protestantismo da pureza e simplicidade do evangelho eterno
da justificação pela fé, que foi uma vez o poderoso móvel
propulsor da Reforma. A mensagem do segundo anjo tornar-se-á
crescentemente relevante à medida que o fim se aproxima. Encontrará
seu completo cumprimento mediante a aliança entre as várias
organizações religiosas que rejeitam a mensagem do primeiro anjo. A
mensagem da queda de Babilônia é repetida em Apocalipse 18:2-4, “02
E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu à grande
Babilônia, e se tornou morada de demônios, e covil de todo espírito
imundo, e esconderijo de toda ave imunda e odiável. 03 Porque todas
as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis
da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se
enriqueceram com a abundância de suas delícias. 04 E ouvi outra voz
do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas
participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas
pragas”.
A
qual anuncia a completa derrocada de Babilônia e convida aqueles
dentre o povo de Deus que ainda se encontram em vários grupos
religiosos componentes de Babilônia, a que saiam de suas
congregações. Diz o anjo:
"Retirai-vos
dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados, e para
não participardes dos seus flagelos".
(Apoc.
18:4).
A TERCEIRA MENSAGEM
ANGÉLICA
A
terceira mensagem angélica está registrada em Apocalipse 14:9-12,
“09
E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém
adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na
sua mão, 10 Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se
deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado
com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. 11 E
a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm
repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem,
e aquele que receber o sinal do seu nome. 12 Aqui estão às
paciências dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de
Deus e a fé em Jesus”. A
mensagem do primeiro anjo proclama o evangelho eterno e convida à
restauração da verdadeira adoração de Deus como criador, uma vez
que a hora do juízo é chegada; o segundo anjo adverte contra todas
as formas de adoração originada em mecanismos humanos. Finalmente,
o terceiro anjo proclama o mais solene aviso divino contra a adoração
da besta e de sua imagem que é o procedimento no qual se envolvem,
em última análise, todos aqueles que rejeitam o evangelho da
justificação pela fé.
A
besta descrita em Apocalipse 13:10,
“Se
alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à
espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a
paciência e a fé dos santos”.
É a união da Igreja com o Estado, que já dominou o mundo cristão
por mais de doze séculos (1260 anos), e que foi descrita por Paulo
como o "homem
do pecado",
conforme II Tessalonicenses 2:2-4, “02
Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos
perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola,
como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.
03 Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem
que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o
filho da perdição, 04 O qual se opõe, e se levanta contra tudo o
que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como
Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus”.
E por Daniel como "ponta
pequena",
Daniel 7:8, “Estando
eu a considerar os chifres, eis que, entre eles subiu outro chifre
pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados;
e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que
falava grandes coisas”.
20-25; “20
E também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça, e do outro
que subiu, e diante do qual caíram três, isto é, daquele que tinha
olhos, e uma boca que falava grandes coisas, e cujo parecer era mais
robusto do que o dos seus companheiros. 21 Eu olhava, e eis que este
chifre fazia guerra contra os santos, e prevaleceu contra eles. 22
Até que veio o ancião de dias, e fez justiça aos santos do
Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino. 23
Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual
será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a
pisará aos pés, e a fará em pedaços. 24 E, quanto aos dez
chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles
se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá
a três reis. 25 E proferirá palavras contra o Altíssimo, e
destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a
lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a
metade de um tempo”.
E Danniel, 08:9-12, “09
E de um deles saiu um chifre muito pequeno, o qual cresceu muito para
o sul, e para o oriente, e para a terra formosa. 10 E se engrandeceu
até contra o exército do céu; e a alguns do exército, e das
estrelas, lançou por terra, e os pisou. 11 E se engrandeceu até
contra o príncipe do exército; e por ele foi tirado o sacrifício
contínuo, e o lugar do seu santuário foi lançado por terra. 12 E
um exército foram dados contra o sacrifício contínuo, por causa da
transgressão; e lançou a verdade por terra, e o fez, e prosperou”.
Conforme
já estudamos na vigésima terceira Palestra. A imagem da besta
representa aquela forma de religião apóstata que se desenvolverá
quando as igrejas, tendo perdido o verdadeiro espírito de Reforma,
se unirão com o Estado, se tornarão uma perfeita imagem da besta, à
igreja apóstata que perseguiu durante 1260 anos. Essa é a razão da
Palavra de Deus utilizar à expressão "imagem da besta". A
mensagem do terceiro anjo proclama a mais solene e assustadora
advertência da Bíblia. Revela que aqueles que se submeterem à
autoridade humana na crise final da Terra estarão adorando a besta e
sua imagem em vez de estarem adorando a Deus. Durante esse conflito
final, duas classes distintas se desenvolverão. Uma classe advogará
o evangelho das maquinações humanas e adorarão a besta e sua
imagem, trazendo essas pessoas sobre si próprias os mais terríveis
juízos. A outra classe, em acentuado contraste, viverá de acordo
com o verdadeiro evangelho e guardará os mandamentos de Deus e o
testemunho de Jesus. Apocalipse 14: 9-12. (Já mencionado) A questão
derradeira envolverá adoração falsa e verdadeira, o verdadeiro e o
falso evangelho. Quando essa questão for claramente colocada diante
do mundo, aqueles que rejeitam o memorial divino da criação, o
sábado bíblico, escolhendo adorar e honrar o domingo, mesmo depois
de ter pleno e cabal conhecimento de que este não é o dia apontado
por Deus para a adoração, receberão a marca da besta. Essa é a
marca da rebelião; a besta afirma que o fato de ela haver alterado o
dia de adoração é uma prova de sua autoridade em modificar a lei
de Deus, conforme já estudamos em Palestras anteriores.
A
terceira mensagem dirige a atenção do mundo para as consequências
de se recusar a aceitação do evangelho eterno e das mensagens
divinas que convidam à restauração da verdadeira adoração.
Descreve vividamente os resultados finais das decisões das pessoas
no tocante à adoração. A decisão por certo não é fácil, pois
qualquer que seja ela
envolverá sofrimento. Aqueles que optam por adorar a Deus sofrerão
a "ira do dragão", Apocalipse 12:17, “E
o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente
da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o
testemunho de Jesus Cristo”.
E, num determinado momento, chegarão a ser ameaçados de morte,
(Apocalipse 13:15), “E
foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que
também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos
os que não adorassem a imagem da besta”,
ao passo que aqueles que escolherem adorar a besta e sua imagem
incorrerão nas sete últimas pragas e, finalmente, enfrentarão a
morte eterna - "lago
de fogo ardente".
Apocalipse 19:15-16, “15
E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações;
e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar
do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso. 16 E no manto e na
sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores”,
e
20:14e15. “14
E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a
segunda morte. 15 E aquele que não foi achado escrito no livro da
vida foram lançados no lago de fogo”.
Contudo,
ainda que ambas as decisões impliquem sofrimento, os resultados
finais são diferentes. Os adoradores do Criador escaparão da ira
mortal do dragão e estarão em pé com o Cordeiro no Monte Sião.
Apocalipse 14:1;
“E
OLHEI, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele
cento e quarenta e quatro mil, que em suas testas tinham escrito o
nome de seu Pai”.
7:2-4. “02
E vi outro anjo subir do lado do sol nascente, e que tinha o selo do
Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, a quem fora dada
o poder de danificar a terra e o mar, 03 Dizendo: Não danifiqueis a
terra, nem o mar, nem as árvores, até que hajamos assinalado nas
suas testas os servos do nosso Deus. 04 E ouvi o número dos
assinalados, e eram cento e quarenta e quatro mil assinalados, de
todas as tribos dos filhos de Israel”.
Os adoradores da besta e da sua imagem, a seu turno, receberão a
plenitude da ira de Deus e morrem na presença dos santos anjos e do
Cordeiro. Apocalipse 14:9 e 10; 20:14. “09
E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém
adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na
sua mão,
10 Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não
misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e
enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro”. 20:14,
“E
a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a
segunda morte”.
Toda
e qualquer pessoa terá que se decidir a quem adorar. Se alguém
escolher a justificação pela fé, isto será demonstrado em sua
participação no culto que Deus aprova; se alguém escolher a
justificação pelas obras, isto será demonstrado em sua
participação numa forma de culto que Deus proibiu, mas que a besta
e sua imagem ordenam, uma adoração montada à imagem do homem. Deus
não pode aceitar esta última forma de adoração, porque ela
oferece prioridade aos mandamentos dos homens e não aos mandamentos
de Deus. Ela procura a justificação através das obras dos homens e
não pela fé que decorre da completa submissão ao Deus Criador,
Redentor e Re-Criador. Nesse sentido, pois, é, a terceira mensagem.
De justificação pela fé. Deus tem seus filhos em todas as igrejas;
mas é através da igreja remanescente que Ele proclama a mensagem
que deverá restaurar a verdadeira adoração, mediante o chamamento
de seu povo para fora dos círculos da apostasia e a preparação
dele para o retorno de Cristo, reconhecendo que muitos dentre o povo
de Deus ainda deverão unir-se ao povo remanescente. Este tem clara
percepção de suas imperfeições e fraquezas quando tentam executar
sua solene missão. Percebem que é unicamente através da graça de
Deus que lhes será possível cumprir sua tarefa.
À
luz do breve retorno de Cristo e da necessidade de preparo para
encontrá-lo, o compassivo e urgente chamado de Deus se dirige a cada
um de nós: "Retirai-vos
dela povo Meu, para não serem cúmplices em seus pecados, e para não
participardes dos seus flagelos; porque os seus pecados se acumularam
até o céu, e Deus Se lembrou dos atos iníquos que ela praticou".
(Apocalipse
18:4 e 5).
Deus o abençoe.
BIBLIOGRAFIA
Verdade Sobre as Profecias do Apocalipse. (Araceli S. Mello)
Revelações do Apocalipse. (Roy A. Anderson)
O Grande Conflito, (Ellen G. White)
Nisto Cremos (Casa Publicadora Brasileira)
Verdade Sobre as Profecias do Apocalipse. (Araceli S. Mello)
Revelações do Apocalipse. (Roy A. Anderson)
O Grande Conflito, (Ellen G. White)
Nisto Cremos (Casa Publicadora Brasileira)
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